As lagrimas que por um rosto escorrem
Ora por felicidade, ora por tristezas
Em propriedades significativamente diferentes,
Transbordam-nos em opostas polaridades
Em riachos intermináveis de alegria e solidão.
Perdido ao descobrir nas profundezas das trevas,
No lado mais escuro do abisso,
Em uma pequena fresta
a Ilusória felicidade;
Suplico uma lagrimas de solidão
Nostálgica, porem simples e direta
Sem devaneios e complicações
Simplesmente o sentir-se sozinho, sem motivo;
Sem vazio, sem decepção,
Uma solidão que somente quem sente
Sabe o que é se completar exclusivamente
de si próprio; não feliz e nem triste...
o meio termo das duas partes que se contradizem
e ironicamente constrói o perfeito equilíbrio
(Jean Carvalho)

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